Precisamos ou não de armas poderosas para fazer frente aos desdobramentos geopolíticos atuais?

Imagem gerada pelo autor utilizando o Gemini 3.0 Pro Image

Em primeiro lugar, vejam o vídeo abaixo, onde o José Kobori se posiciona sobre diversos assuntos, entre eles, fala sobre a questão da bomba atômica brasileira. Deveríamos tê-la construído, devemos construí-la ou não?

O que essa questão tem a ver com a minha vida pessoal e profissional? Ou com a gestão da minha empresa? Assim como a resposta para a questão acima depende de uma série de fatores, essa discussão pode ter tudo a ver ou não com a sua realidade, que tal descobrirmos juntos?


Viram o vídeo? Espero que sim, porque prontos ou não, aí vamos nós!

Em primeiro lugar, vou destacar o meu respeito e admiração pelo José Kobori , além da sua generosidade em disponibilizar gratuitamente as suas posições no YouTube; tudo isso é fruto de muita experiência e estudo, sempre na vanguarda do seu campo de atuação.

Assim, não poderia deixar de colocar algumas considerações que considero relevantes neste assunto, sempre visando despertar mais reflexões construtivas, adicionar ao que já foi colocado.

Eu estou saturado de tanto ver notícias de violência urbana, conflitos, guerras e genocídios para que uns poucos ganhem bilhões. Sem contar todas essas guerras comerciais e crises econômicas: dispositivos artificialmente projetados para beneficiar os mesmos privilegiados de sempre. Eu cansei deste estado de coisas, e vocês?

Percebo que o José Kabori do vídeo também se cansou de tudo isso. É em homenagem a essa expansão de consciência que ele desenvolveu, que está experimentando, já que este é um processo que nunca termina, e visando despertar outras consciências ainda escravizadas pelo medo artificialmente projetado para nos paralisar neste estado e normalizar o cotidiano miserável que temos, é que escrevo este Ensaio.

Escrevo estas maltraçadas linhas objetivando acelerar a chegada do futuro pacífico e sustentável que todos desejam, que está logo ali além do horizonte, mas que ninguém traçou ainda uma rota clara para atingirmos este objetivo.

Já vamos chegar onde interessa, antes, algumas colocações fundamentais: tudo o que testemunhamos na coletividade é resultado das nossas escolhas coletivas, todas elas: tanto as conscientes, quanto, e talvez mais importantes, as inconscientes. Portanto, se queremos mudanças, precisamos expandir o nosso poder consciencial para aumentarmos a porcentagem de escolhas conscientemente construtivas, reduzindo a quantidade de escolhas inconscientes destrutivas.

Só assim, mudando o que ‘plantarmos’, quando a mudança consciencial se refletir nas nossas ações cotidianas, é que teremos uma sociedade mais justa e igualitária!

Então, o que precisamos mudar?

Já passou da hora de sair do modo de escassez/sobrevivência/luta/dominação e abraçar a abundância/transparência/cooperação. Essa é a chave mestra do processo de pacificação planetária.

Essas potências já perceberam que o universo é abundante, tanto que gastaram mais do que arrecadaram por décadas a fio sem grandes problemas, e as quedas só acontecem quando cegas pela ganância e/ou violência excessiva, concentram demais os recursos em favor de uns poucos, trazendo consequências desastrosas; se a coletividade se beneficiar, o estado geral só melhora.

Então, se você analisar os acontecimentos pela perspectiva da escassez, do passado baseado na força, na dominação humilhante empreendidas por sociedades que em tese são mais desenvolvidas sobre os seus pares menos capazes: está perfeitamente correto. Precisamos de uma bomba nuclear para nos proteger dos potenciais agressores e tal.

Por outro lado, se você colocar em primeiro lugar que o universo é infinitamente abundante, que esse aparato é caro, perigoso, de manutenção e gerenciamento complicado: perceberá que este tipo de dispositivo ‘tende’ a atrapalhar mais do que ajudar.

Se você se sente parte deste universo abundante, que certamente o é: você paga conta para respirar? Pelo campo magnético da Terra, pelo calor do Sol ou pela proteção do seu enorme campo magnético que nos protege da radiação interestelar que não é pouca? Claro que não!

Ficou claro que a resposta para esta pergunta, como para tantas outras, depende do quanto você se conhece? Do quanto você se encontra integrado ao Cosmos infinito à nossa volta?

E não venham com a conversa de que precisamos nos defender hoje porque senão não teremos amanhã. Se esses lunáticos no poder pudessem, provavelmente já teriam jogado várias bombas nucleares uns nos países dos outros enquanto se esconderiam covardemente em bunkers.

Quanto mais se debate este tema, principalmente sem as devidas precauções, mais o tema se energiza, maiores as chances, mesmo que ínfimas, de que algo relacionado aconteça.

De qualquer forma, eu afirmo sem medo de errar que estamos observando de camarote a queda de todas as pessoas, organizações, empresas, países e blocos internacionais que projetam e fomentam o sistema de governança atual que prima pelo desequilíbrio extremo no nosso planeta. E estamos vendo a ascensão de outro sistema de governança que, embora ainda esteja longe da perfeição, provavelmente nos ajudará a evoluir na direção da cooperação internacional multilateral universal.

Então, se você quer ser uma pessoa, um executivo ou empresário que já cansou desses debates negativos focados no passado destrutivo e deseja expandir a sua consciência, alinhado-se pessoal e profissionalmente com a nova ordem que nos aguarda logo ali além do horizonte: focando no pacifismo, na prosperidade sustentável alinhada com a abundância que sempre nos cercou e nunca soubermos fazer bom uso, entre em contato comigo, eu posso ajudar.

Então é isso, pessoal! Espero ter ajudado e, principalmente, plantado diversas sementes pacíficas e prósperas nos corações e nas mentes de todos vocês que carinhosamente chegaram até aqui. Agradecendo novamente a generosidade do José Kobori, vou me despedindo. Grande abraço a todos.


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